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Dignidade encarcerada

Um Olhar Sobre a Invisibilização das internas de mata escura

Complexo Penitenciário da Mata Escura ganhará uma ala exclusiva para a comunidade LGBTQIAp+.

Por: Anúbis Omar

Com os movimentos sociais LGBTQIAP+ reivindicando direitos, a penitenciária não ficou de fora das necessidades dessa população. Com a diversidade de gênero amparada por lei, as instituições públicas estão se preparando para acolher esse público.


Segundo a diretora adjunta do presídio feminino de Salvador, Fernanda Lima, para preservar a integridade dos homens trans, eles ficam no presídio feminino, enquanto as mulheres trans ficam na cadeia masculina.


A lei municipal de 2010, número 7859, garante o uso do nome social de pessoas transgêneras. O nome social é utilizado dentro da penitenciária.


A construção da ala da diversidade dentro do Complexo Penitenciário da Mata Escura, traz à tona o que o debate público está reivindicando. Ela abrigará pessoas trans, não binárie, entre outros gêneros. 
A comunidade civil está atenta para que mudanças estruturais aconteçam e que beneficie essas pessoas há tanto tempo marginalizadas.


Ainda não tem data para o começo da construção da nova ala, mas o espaço dentro do complexo já foi selecionado.

Foto: Reprodução/Silvimar.Jusbrasil

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